Hoje estava passeando com meus bebês — os de quatro patas, obviamente — quando passei pela pracinha e ouvi uma moça comentar: — Nossa, quantos cachorros! Eu olhei para os meus. Um. Dois. Três. Quatro. Pensei: Ué... são só quatro. 😂 Tenho dois grandes e dois pequenos. E olha que nem estavam todos juntos! Agora fiquei imaginando se ela encontrasse a família completa. Talvez precisasse sentar um pouco antes de processar a informação. 😂 Mas aquela frase ficou na minha cabeça. Por que quatro cachorros parecem tantos? Se alguém passa empurrando um carrinho com duas, três ou quatro crianças, a reação provavelmente seria outra. "Que família bonita." "Que crianças lindas." "Como são comportadas." Mas quando são quatro animais, aparece aquele olhar de espanto. "Mas tudo isso de cachorro?" E eu fico pensando: Por quê? Por que ainda existe essa ideia de que ter animais em casa é algo secundário, estranho ou exagerado? Claro que ter vários animais exige re...
Depois da minha última crise, decidi dar uma pausa nas séries e filmes mais pesados. Nada de terror. Nada de crimes. Nada de histórias que me fazem olhar para o teto antes de dormir pensando: “Por que eu fui assistir isso?” 😂 Resolvi voltar para algo um pouco mais inocente. Ou pelo menos era o que eu imaginava. Coloquei A Bela e a Fera , uma história que fez parte da minha infância. Só que existe uma coisa curiosa em crescer: algumas histórias continuam iguais, mas nós mudamos. E quando assistimos novamente muitos anos depois, começamos a perceber coisas que simplesmente passavam despercebidas quando éramos crianças. Dessa vez, quem chamou minha atenção não foi a Bela. Foi Gaston. E, principalmente, o poder que ele tinha de influenciar as pessoas. Gaston é aquele tipo de personagem que entra em um ambiente e parece saber exatamente como conduzir as pessoas para onde quer. Ele conhece a reputação que possui. Sabe que é admirado. Sabe que as pessoas escutam o que ele diz. E utiliza iss...